17 de outubro de 2010

Astronotus




A espécie foi originalmente descrita por Louis Agassiz em 1831 como Lobotes ocellatus, já que ele erroneamente acreditou que fosse uma espécie marinha, trabalhos posteriores assinalaram a espécie como sendo do gênero Astronotus.A espécie também possui um certo número de sinônimos juniores: Acara compressus, Acara hyposticta, Astronotus ocellatus zebra e Astronotus orbiculatus.


Nome popular: Acará-açu, Apaiari/Oscar .


Nome científico: Astronotus spp.

Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata. Foi introduzido nos açudes do Nordeste e na bacia do Rio São Francisco.


Peixes de escamas. Existem duas espécies identificadas como do gênero Astronotus: A. ocellatus (bacias amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata) e A. crassipinis (bacia amazônica). Ambas possuem coloração e padrão de manchas bastante parecidos. O corpo apresenta manchas escuras verticais irregulares e uma grande mancha ocelar na parte superior do pedúnculo da nadadeira caudal. Às vezes apresentam forte coloração avermelhada nos flancos e no ventre.

A. ocellatus se diferencia pela presença de ocelos na base da nadadeira dorsal. Os ocelos são escuros no centro e alaranjados ao redor. Ambas as espécies atingem cerca de 35-40cm de comprimento total e cerca de 1,5kg.








15 de novembro de 2009

Hyphessobrycon flammeus (Engraçadinho)




País de origem: Sudeste do Brasil, Rio de Janeiro
Comprimento máximo: 4 cm

Reprodução: ovíparo

Água: neutra e ligeiramente ácida ( 7,0 a 6,8 )

Temperatura - 22 a 28c.

Aquário: médio a grande bem plantado

Comportamento: pacífico vive em cardume.


Bastante pacíficos e sociáveis. Não devem ser colocados junto com outros peixes violentos ou muito velozes. Eles devem ser mantidos em pequenos cardumes de no mínimo 6 peixes.

Aproximadamente de 50 litros. Utilizar filtro biológico e filtro mecânico com carvão ativo. Iluminação por 12 horas com lâmpadas "Gro-lux" e "luz do dia".



Cyphotilapia frontosa "Burundi





Biótopo:
Lago Tanganyika - Cyphotilapias

Nome da espécie/População:
Cyphotilapia frontosa "Burundi" - Burundi

Características da água:
PH - 8/8.5

Temperatura - 25/27º

Alimentação:
Á imagem das restantes Cyphotilapias São carnivoros, comem todo o tipo de comida.
No seu meio meio natural comem outros peixes como cyprichromis e invertebrados. São naturais predadores no seu meio natural.

Em aquário comem todo o tipo de comida congelada desde Krill, camarão, larvas, coração de boi e todo o tipo de granulado.

Este é sem dúvida um dos peixes mais incríveis que se pode ter em seu aquário, principalmente se for um aquário de ciclídeos africanos.

Originário do lago Tanganyika, os exempláres capturados na naturesa são encontrados em grandes profundidades e passam por um processo de descompressão que dura vários dias até chegarem a superfície.












7 de novembro de 2009

13 de agosto de 2009

7 de junho de 2009

TRICOGASTER


Peixe muito bonito, pacifico, porem é demasiadamente tímido quando vive em espaços reduzidos, chega a perder a vontade de se alimentar, e fica muito tempo parado em um lugar sem se movimentar. Não gosta de conviver com peixes muito agitados .
Pode até se tornar agressivo quando as exigências de espaços não forem o suficiente para eles. O Tricogáster (Tricogaster Sp.) possui o labirindo, gosta de aquários bem plantados para que possa se refugiar nas horas que está meio "mau humorado" , mas não devemos inserir plantas que vivem na superfície, pois ele também respira na superficie .Mantenha 3 fêmeas para cada macho para evitar brigas .
Devemos alimenta-los com artemias vivas, ração em flocos e Spirulina ( ração a base de vegetais).. Os machos diferem das fêmeas pelas nadadeiras dorsais e ventrais que são pontiagudas. A foto acima é de um Tricogáster Léri Blue.

Nome vulgar: Tricogáster

Nome científico: Trichopterus

Os Tricogáster's tem um instinto meio territorial, são belos, possuem duas manchas redondas pretas no corpo, tem reflosexos prateados, podem ser criados em grupo, só deve tomar cuidado para não deixar que eles dominem o aquário, se não eles podem se tornar agressivos com as demais espécies.




fonte:http://www.aquallun.com.br/tricogas.htm


21 de maio de 2009

Boca de Fogo


Origem: América Central.

Comprimento máximo: 15 cm.

Reprodução: ovíparo, desova em pedras e cuida da prole.

pH: ligeiramente ácido a neutro (6,8 a 7,0).

Temperatura: 22 a 26 ºC.

Aquário: grande, com plantas e abrigos.

22 de abril de 2009

Cachorra Facão

Nome popular: Cachorra-facão Nome científico: Rhaphiodon vulpinus.


Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.


Saiba mais: Peixe com diminutas escamas.

Piscívoro, com reprodução ocorrendo de novembro a março. Não é importante como espécie comercial porque possui muita espinha e pouca carne.


Equipamento e isca: Equipamentos do tipo médio; linhas de 14 a 20 libras; anzóis de nº 4/0 a 6/0.

Recomenda-se usar empate de aço, com pelo menos 20cm. Pode ser capturado com peixes, pedaços ou inteiros, e também com plugs de superfície e meia água.

Dica: As possibilidades de captura são muito maiores se a fisgada for feita de baixo para cima.

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fonte: http://pescaqui.atspace.com/cachorrafacao.htm

Black Bass




Iscas Naturais: rãs (cassotes), pequenos peixes e minhocas.


Iscas Artificiais: colheres, spinners, plugs de superficie, meia água e profundidade, minhocas e salamandras artificiais.


Tipo de Pesca: arremessando a isca junto as pedras, galhadas e estruturas artificiais locais.


Época de Pesca: durante o ano todo. (Principalmente no inverno o black bass é pescado no fundo, com minhocas e salamandras artifíciais)


Distr. Geográfica: regiões sul e sudeste.


Local de Pesca: em represas, junto a estruturas com pedras, galhadas e etc.


Tamanho: fala-se de exemplares no Brasil de até 3 kg


Linha: 0.18 a 0.28 mm


É um peixe estrangeiro, feróz predador, onde é colocado costuma "dominar " comendo os alevinos dos peixes locais.


Material: leve / médio

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fonte: http://www.antares.com.br/cbpds/html/black.htm

5 de abril de 2009

22 de março de 2009

Cachara



Nome Científico: Pseudoplathystoma fasciatum

Descrição: Pode alcançar 1,2 m de comprimento e 20 kg.

Onde Encontrá-lo: Em toda a Região Norte e Centro-Oeste, além dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

Equipamento: Varas de ação média/pesada, linhas de 20 a 25lb com empate, anzóis de 6/0 a 10/0.

Iscas Naturais: Peixes inteiros ou em pedaços da região, como os Sarapós, as Tuviras, os Lambaris e Piaus.

Iscas Artificiais: Plugs de meia água e Colheres trabalhadas no fundo.

Melhores Épocas: Pode ser capturado de Fevereiro à Outubro, sendo melhor as épocas de seca.

10 de março de 2009

Filipinos encontram menor tubarão-baleia já visto

Um grupo de ecologistas filipinos encontrou na região leste do arquipélago um filhote de tubarão-baleia de apenas 38 centímetros de comprimento, o menor exemplar vivo achado até agora desse que é o maior peixe do mundo.O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) informou hoje que o animal foi descoberto na semana passada na província de Sorsogon, 350 quilômetros a sudeste da capital, e foi fotografado antes de ser devolvido ao mar.
fonte: www.bol.com.br

4 de março de 2009

Pesquisadores encontram peixe transparente

Com uma cabeça semelhante à cabine de um avião de combate, esse peixe do Pacífico possui olhos similares a barris, com lentes orbitais verdes no topo.
O peixe, descoberto vivo nas águas profundas da Califórnia pelo MBARI (Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey), é o primeiro espécime do tipo a ser descoberto com seu domo transparente e macio intacto.
O peixe de 15 centímetros da espécie Macropinna mircostoma é conhecido desde 1939 - mas apenas através de espécimes mutilados por redes de pesca que vinham à superfície.
fonte: www.nationalgeographic.com