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28 de abr. de 2012

MOREIA - Muraena helena




As moreias são peixes ósseos, anguiliformes, da família dos murenídeos (Muraenidae), tendo como uma das suas principais características o corpo longo e cilíndrico. Há cerca de 200 espécies distribuídas por 15 géneros, das quais a maior mede 4 metros de comprimento. As moreias habitam cavidades rochosas e são animais carnívoros, que caçam com base num sentido de olfacto apurado. Não têm escamas , para protecção, algumas espécies segregam da pele um muco que contémtoxinas. A maior parte das moreias não tem barbatanas peitorais e pélvicas. A sua pele tem padrões elaborados que servem como camuflagem.

Os peixes dessa ordem são ótimos nadadores. Nadam ondulando o corpo, mas também rastejam e enterram-se na areia na areia.As moréias são parecidas com serpentes, tanto fisicamente como no modo de se locomover.As moréias são agressivas, mas a intensidade dessa agressividade varia de espécie para espécie.
Os alevinos de moréia no momento da eclosão e durante o período crítico da vida, para a segurança dos filhotes, ficam parecidos com uma folha vegetal transparente; chamada de leptocéfalo.As moréias tem uma alimentação essencialmente carnívora, devorando peixes pequenos que venham a passar perto de sua toca, além de crustáceos, moluscos e alguns invertebrados.As moréias vivem entre os recifes de corais, e atacam animais que passem perto demais da sua toca.O ataque, quando ocorre, se dá com uma rapidez fulminante.





17 de out. de 2010

Astronotus




A espécie foi originalmente descrita por Louis Agassiz em 1831 como Lobotes ocellatus, já que ele erroneamente acreditou que fosse uma espécie marinha, trabalhos posteriores assinalaram a espécie como sendo do gênero Astronotus.A espécie também possui um certo número de sinônimos juniores: Acara compressus, Acara hyposticta, Astronotus ocellatus zebra e Astronotus orbiculatus.


Nome popular: Acará-açu, Apaiari/Oscar .


Nome científico: Astronotus spp.

Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata. Foi introduzido nos açudes do Nordeste e na bacia do Rio São Francisco.


Peixes de escamas. Existem duas espécies identificadas como do gênero Astronotus: A. ocellatus (bacias amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata) e A. crassipinis (bacia amazônica). Ambas possuem coloração e padrão de manchas bastante parecidos. O corpo apresenta manchas escuras verticais irregulares e uma grande mancha ocelar na parte superior do pedúnculo da nadadeira caudal. Às vezes apresentam forte coloração avermelhada nos flancos e no ventre.

A. ocellatus se diferencia pela presença de ocelos na base da nadadeira dorsal. Os ocelos são escuros no centro e alaranjados ao redor. Ambas as espécies atingem cerca de 35-40cm de comprimento total e cerca de 1,5kg.








7 de jun. de 2009

TRICOGASTER


Peixe muito bonito, pacifico, porem é demasiadamente tímido quando vive em espaços reduzidos, chega a perder a vontade de se alimentar, e fica muito tempo parado em um lugar sem se movimentar. Não gosta de conviver com peixes muito agitados .
Pode até se tornar agressivo quando as exigências de espaços não forem o suficiente para eles. O Tricogáster (Tricogaster Sp.) possui o labirindo, gosta de aquários bem plantados para que possa se refugiar nas horas que está meio "mau humorado" , mas não devemos inserir plantas que vivem na superfície, pois ele também respira na superficie .Mantenha 3 fêmeas para cada macho para evitar brigas .
Devemos alimenta-los com artemias vivas, ração em flocos e Spirulina ( ração a base de vegetais).. Os machos diferem das fêmeas pelas nadadeiras dorsais e ventrais que são pontiagudas. A foto acima é de um Tricogáster Léri Blue.

Nome vulgar: Tricogáster

Nome científico: Trichopterus

Os Tricogáster's tem um instinto meio territorial, são belos, possuem duas manchas redondas pretas no corpo, tem reflosexos prateados, podem ser criados em grupo, só deve tomar cuidado para não deixar que eles dominem o aquário, se não eles podem se tornar agressivos com as demais espécies.




fonte:http://www.aquallun.com.br/tricogas.htm


21 de mai. de 2009

Boca de Fogo


Origem: América Central.

Comprimento máximo: 15 cm.

Reprodução: ovíparo, desova em pedras e cuida da prole.

pH: ligeiramente ácido a neutro (6,8 a 7,0).

Temperatura: 22 a 26 ºC.

Aquário: grande, com plantas e abrigos.

22 de abr. de 2009

Cachorra Facão

Nome popular: Cachorra-facão Nome científico: Rhaphiodon vulpinus.


Habitat: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.


Saiba mais: Peixe com diminutas escamas.

Piscívoro, com reprodução ocorrendo de novembro a março. Não é importante como espécie comercial porque possui muita espinha e pouca carne.


Equipamento e isca: Equipamentos do tipo médio; linhas de 14 a 20 libras; anzóis de nº 4/0 a 6/0.

Recomenda-se usar empate de aço, com pelo menos 20cm. Pode ser capturado com peixes, pedaços ou inteiros, e também com plugs de superfície e meia água.

Dica: As possibilidades de captura são muito maiores se a fisgada for feita de baixo para cima.

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fonte: http://pescaqui.atspace.com/cachorrafacao.htm

Black Bass




Iscas Naturais: rãs (cassotes), pequenos peixes e minhocas.


Iscas Artificiais: colheres, spinners, plugs de superficie, meia água e profundidade, minhocas e salamandras artificiais.


Tipo de Pesca: arremessando a isca junto as pedras, galhadas e estruturas artificiais locais.


Época de Pesca: durante o ano todo. (Principalmente no inverno o black bass é pescado no fundo, com minhocas e salamandras artifíciais)


Distr. Geográfica: regiões sul e sudeste.


Local de Pesca: em represas, junto a estruturas com pedras, galhadas e etc.


Tamanho: fala-se de exemplares no Brasil de até 3 kg


Linha: 0.18 a 0.28 mm


É um peixe estrangeiro, feróz predador, onde é colocado costuma "dominar " comendo os alevinos dos peixes locais.


Material: leve / médio

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fonte: http://www.antares.com.br/cbpds/html/black.htm

22 de mar. de 2009

Cachara



Nome Científico: Pseudoplathystoma fasciatum

Descrição: Pode alcançar 1,2 m de comprimento e 20 kg.

Onde Encontrá-lo: Em toda a Região Norte e Centro-Oeste, além dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

Equipamento: Varas de ação média/pesada, linhas de 20 a 25lb com empate, anzóis de 6/0 a 10/0.

Iscas Naturais: Peixes inteiros ou em pedaços da região, como os Sarapós, as Tuviras, os Lambaris e Piaus.

Iscas Artificiais: Plugs de meia água e Colheres trabalhadas no fundo.

Melhores Épocas: Pode ser capturado de Fevereiro à Outubro, sendo melhor as épocas de seca.

26 de fev. de 2009

APAIARI (Astronotus ocellatus)


No norte do Brasil, em Manaus precisamente, as pessoas falam muito bem do Apaiari (Astronotus Ocellatus), pois é um peixe de carne saborosa e pouca espinha. Na realidade o Apaiari ou Acará-açu como também é conhecido, pode ser considerado um peixe de dupla aptidão, sendo muito apreciado pelos aquaristas como peixe ornamental e ótimo para se comer. Nos Estados Unidos ele é conhecido como “Red Oscar” e alcança alto preço nas lojas especializadas. O “Red Oscar” e nada mais nada menos que o nosso o nosso Apaiari e que foi introduzido no mercado norte-americano no ano de 1969, depois de um trabalho de cruzamentos genéticos realizados na Tailândia por Charoen Pattabongse. No Brasil o Apaiari chega a atingir 30 cm de comprimento e pode pesar até 2 kg. Sua cor é negro-pardacenta com manchas alaranjadas, verticais, destacando-se um grande ocelo bordejado de vermelho na região caudal.

9 de fev. de 2009

Symphusodon discus-Acará Discus

Conhecido também como o Rei do Aquário de Água Doce, o Disco é considerado o topo do aquarismo para qualquer um, tanto pela sua beleza quanto pela sua sensibilidade que representa um desafio para a maioria dos aquaristas. Relatos históricos dizem que em 1840, o Dr. Johann Heckel descreveu pela primeira vez 15 espécies de Discos, sem chamar muita atenção. Já em 1933 os Discos foram reapresentados aos aquaristas modernos e desde então deixou homem fascinado.
Biótopo:América do Sul - Discus
Nome da espécie/População:Symphysodon discus - América do Sul: Bacia do Rio Amazonas no Brasil, perto da boca do Rio Negro. São ainda encontrados exemplares da espécie no Rio Abacaxis e Rio Trombetas.Nome comum:-->
Características da água:Temperatura: 26º - 30º CpH: 4.2 – 6.2 (em aquário: 6.5 – 7.5)
dH: 0 – 1 (em aquário: ideal)

2 de fev. de 2009

Tricogáster Ouro


O Tricogáster ouro é, com exceção da cor, idêntico ao Tricogáster azul (Trichogaster trichopterus trichopterus). Tem, também, o corpo muito comprido lateralmente, duas manchas escuras no corpo e manchas claras nas barbatanas anal, dorsal e caudal. As barbatanas ventrais funcionam como órgão tácteis, sendo compostas apenas por um raio cada uma. A família do tricogáster tem uma característica muito interessante: todos seus componentes são capazes de respirar oxigênio diretamente do ar, graças a um órgão denominado labirinto.

1 de fev. de 2009

Corydora


A corydora procura no solo resíduos comestíveis além de fazer a raspagem das algas que se depositam sobre as plantas e impedem sua respiração.Mas a corydora não vive só de restos. Ela deve ser alimentada com comidas frescas, como minhocas picadas e alimentos em forma de tabletes. É um peixe de comprimento que gosta de nadar em grupo de três a cinco peixes. Não é agressivo, podendo conviver com espécies mansas como ela. No mínimo deve haver três exemplares de corydoras em seu aquário.
Esta espécie de peixe é extremamente sociável, pacata e habita o fundo do aquário. Possui a boca voltada para baixo o que facilita a sua principal característica que é de limpeza do fundo. Em aquários, chega a evitar até o entupimento de filtros biológicos.

Cavalo Marinho




O cavalo marinho é uma espécie de peixe muito curiosa e, no mínimo, exótica. Todos, algum dia, já pararam em frente a um aquário para admirar este peixe. Ele faz um grande sucesso, não só pela sua aparência, mas também pela maneira como nada.
O cavalo-marinho (Hippocampus) é um peixe ósseo, da família Syngnathidae. Existem 32 espécies diferentes de cavalos-marinhos nos mares de regiões de clima tropical e temperado, em profundidades que variam de 8 a 45 metros. Todas as espécies são consideradas vulneráveis por órgãos de proteção à natureza.
Possui uma cabeça alongada, muito parecida com a cabeça dos cavalos, inclusive a crina. Sua semelhança com o cavalo deu origem ao nome. O corpo desse pequeno e delicado peixe é coberto por placas em forma de anel. Possuem ainda a barbatana dorsal redonda e minúsculas nadadeiras peitoral e anal. Esse peixe pode medir entre 15 cm e 18 cm.
Sua capacidade natatória é bastante limitada por isso vive em águas calmas e abrigadas, como estuários, onde existem algas e plantas marinhas. Neste ambiente, o cavalo marinho pode se enrolar mantendo-se imóvel.Podem ser colocados em pequenos aquários com corais ou objetos que eles possam se prender. Bons companheiros para o cavalo marinho são peixes pequenos e lentos.
Quanto à sua reprodução, há um aspecto interessante: os ovos são depositados numa bolsa ventral do macho. Após uma parada nupcial, a fêmea deposita os ovos nesta bolsa para então serem incubados, nascendo os juvenis completamente formados, já muito semelhantes aos adultos.



Barbo-Sumatrano




Está espécie é conhecida como peixe Barbo-Tigre em função de suas listras verticais que cortam todo o seu corpo. As listras esverdeadas em seu corpo acinzentado tornam o animal bastante exuberante. Suas nadadeiras são pretas e mede cerca de sete centímetros de comprimento.
As quatro listras esverdeadas verticais que cortam o corpo cinza do Barbo Sumatrano são a marca desta espécie e explicam por que é conhecido como Barbo-tigre.
Também preta, a nadadeira dorsal apresenta extremidades vermelhas, cor predominante na nadadeira peitoral e pélvica. Com cerca de sete centímetros de comprimento, tem escamas em tons mais escuros.
O Barbo Sumatrano apresenta comportamento muito ativo, porém, pode ser agressivo com outros peixes. O ideal para que isso não aconteça é mantê-lo em um aquário comunitário com pelo menos cinco exemplares da espécie.A espécie apresenta estirpes resultantes de reprodução seletiva em cativeiro.
Um exemplo é o albino, com o corpo branco com listras avermelhadas. Na variedade verde, largas áreas escuras substituem as quatro listras verticais da variedade "tigre". Os rios e riachos da Sumatra, Indonésia e Bornéu são o habitat desta espécie da família dos ciprinídeos, que vive em cardumes.
Caracteristicas
Origem: Ásia (Sumatra e Bornéu).
Comprimento máximo: 7 cm.
Reprodução: ovíparo.
pH: ligeiramente ácido a neutro (6,8 a 7,0).
Temperatura: 22 a 26 ºC.
Aquário: médio a grande e bem plantado
Comportamento: muito ativo, pode ser agressivo quando não está em cardume.