12 de nov. de 2008

Flame Angel

Yellowtail Blue Damselfish





O Blue Yellowtail Damselfish vezes é confundido com o Azure Damselfish (Chrysiptera hemicyanea), porque eles fazem parecem muito semelhantes. O Chrysiptera hemicyanea tem mais amarela sobre o seu corpo não o Chrysiptera parasema, que só tem o amarelo em sua cauda. É geralmente melhor mantidos em grupos de 3 ou mais, porque eles podem se tornar muito territorial se mantido isoladamente. Este é provavelmente um dos menos agressiva de todas as damsels, mas ainda pode ser agressivo assim. Tente colocar o seu braço no tanque de desempenhar tanque manutenção e você verá o que nós estamos falando.

O Yellowtail Damselfish é particularmente robustas e muitos hobbyists ciclo irá utilizá-los para um novo tanque. Usá-los a andar de bicicleta com o seu tanque não é recomendada, pois é muito cruel com os peixes. A melhor, mais humano caminho para o seu ciclo de água salgada tanque seria a utilização rock ao vivo. Como de costume, não mantê-los com peixes grandes o suficiente para visualizá-las como um belo lanche.




fonte:  http://www.rsdiscus.com.br 











10 de nov. de 2008

Wakatobi Venomous Fish

Peixes Limpadores

Clown Loach Frenzy

Migração de peixes em Bonaire

Lista Vermelha-S.O.S Bichos do Brasil



Gente, ontem eu vi no fantástico a matéria sobre a Lista Vermelha, achei interessante colocar aqui, pois se trata dos nossos bichinhos daqui do Brasil, vamos ficar atento com estas informações.
Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) das espécies ameaçadas, também conhecida como Lista Vermelha da IUCN ou, em inglês, IUCN Red List ou Red Data List, foi criada em 1963 e constitui um dos inventários mais detalhados do mundo sobre o estado de conservação mundial de várias espécie de plantas, animais, fungos e protistas.
A Lista Vermelha obedece a critérios precisos, para avaliar os riscos de extinção de milhares das
espécies e subespécies, pertinentes a todas as espécies e em todas as regiões do mundo, com o objetivo de informar sobre a urgência das medidas de conservação para o público e legisladores, assim como ajuda a comunidade internacional na tentativa de reduzir as extinções.
A nova lista da fauna brasileira ameaçada de extinção, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, trouxe uma triste constatação: o aumento do número de animais ameaçados de extinção. Na última lista, de 1989, foram registradas 218 espécies, na nova listagem este número subiu 395. Isso significa que, dos 3.131 animais mamíferos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados terrestres da fauna brasileira - excluindo os peixes e invertebrados marinhos -, 8,5% correm o risco de serem completamente extintos da natureza. De acordo com especialistas que participaram da elaboração do documento, este resultado só foi possível por causa do uso de instrumentos de pesquisas mais avançadas e a inserção de novas classes animais, que permitiram traçar parâmetros mais concretos sobre o bioma nacional.
A “lista vermelha” da IUCN, a mais ampla do tipo feita até hoje e de cuja elaboração participaram 1.700 pesquisadores, aponta que as populações de metade das 5.487 espécies de mamífero do mundo encontram-se em declínio. Das 4.651 variedades sobre as quais os cientistas possuem dados, 1.139 foram consideradas ameaçadas de extinção. Ao menos 76 mamíferos já teriam sido extintos na Terra desde 1500.

Como os peixes dormem ?

Peixes mais estranhos do mundo - Fish bizarre

PEIXE LEÃO - Pterois radiata




São denominados Peixe-leão uma grande variedade de peixes marinhos venenosos dos gêneros Pterois, Parapterois, Brachypterois, Ebosia ou Dendrochirus, pertencentes à família Scorpaenidae. O Peixe-leão também é conhecido como Peixe-peru, Peixe-dragão e Peixe-escorpião. [1] Os Peixes-leão são predadores vorazes. Quando estão caçando encurralam as presas com seus espinhos e, num movimento rápido, as engolem por inteiro. Eles são conhecidos por seus enormes espinhos dorsais e pela coloração listrada, de cores vermelha, marrom, laranja, amarela, preta ou branca.
O Peixe Leão, também chamado por alguns de Peixe Escorpião, fascina e embeleza o mundo submarino e os aquários pelo mundo todo. É membro da família Scorpaenidae da qual fazem parte peixes que possuem espinhos e também veneno, como o peixe pedra.Nos raios de sua nadadeira dorsal, o peixe leão possuí pequeninas bolsas que contém um potente veneno, o qual ele utiliza para sua defesa.Seu corpo é alongado, com altas e largas nadadeiras. Na cabeça apresenta coloração rosa apagado, a tonalidade básica do corpo é pardo escuro. Sobre os flancos se dispõem 6 listras delgadas de cor branco brilhante, que se bifurcam no dorso. Atinge até 20 cm.
Nome Científico: Pterois volitans
Tamanho: até 35cm
Temperatura: de 23 a 25ºC
pH: 8.3
Densidade: 1.023-1.025

Alimentação: Na natureza alimentam-se de crustáceos, moluscos, camarões e mariscos. No aquário devemos oferecer-lhe alimentos vivos como camarões, crustáceos e peixes pequenos como lebistes, platis, paulistinhas, etc. Com paciência você poderá acostumá-lo a comer ração ou pedaços de peixe e camarão.

Comportamento: CUIDADO. Em cada uma das suas nadadeiras há vários espinhos com veneno letal. É aconselhável o uso de luvas grossas para manusear o aquário. Não coloque estes peixes em aquários comunitários com peixes pequenos, prefira peixes grandes e lentos (garoupa é um bom companheiro). Eventualmente estes peixes descançam apoiando-se no fundo ou na decoração. Isto é normal e não há motivo para preocupação.

Aquário ideal: Aquário de no mínimo 200 litros, com trocas mensais de 10 a 20% da água. Apreciam decoração com corais.
Vida no aquário: Ovíparos.

S.O.S-Peixe-serra



Uma conferência internacional sobre espécies ameaçadas concordou em proibir praticamente todo o comércio de peixes-serra, grandes arraias semelhantes a tubarões, cujos longos focinhos, repletos de dentes, são um item quente entre colecionadores.A conferência também regulamentou o comércio da enguia européia, que pode estar sendo levada à extinção pelo excesso de pesca.Todas as sete espécies de peixe-serra constam da lista de variedades sob risco crítico, principalmente por causa da pesca. Esses animais são valorizados pela carne, barbatanas e focinho. Conhecida como rostra, essa parte da anatomia do peixe-serra pode ter até dois metros de comprimento. Esses peixes também são capturados vivos para aquários, e partes de seus corpos são parte da medicina tradicional do Oriente.

6 de nov. de 2008

Green Terror

MOREIA - Muraena helena


Peixes tidos como perigosos e agressivos, as moréias normalmente só atacam o homem quando ameaçadas ou provocadas. Normalmente ficam entocadas entre rochas e corais a espera de alguma presa. Alguns membros da família Muraenidae podem possuir glândulas de veneno na boca, o que confere uma mordida mais eficaz para ela e perigosa para os outros. Possui corpo robusto e sem escamas podendo ser bem largo, boca grande, focinho pontudo com as aberturas nasais posteriores, próximas aos olhos, semelhantes a pequeninos canos. Apresenta tonalidade entre marrom e negro escuro, com manchas de cor amarela ao longo de todo o corpo. Atinge dimensões entre 1 e 1,5 m.
Originalmente encontradas nas costas subtropicais do Atlântico e em todo o Mediterrâneo, vivem entre rochas e corais à espera de alguma presa. No Brasil, são mais comuns nos arrecifes do litoral nordestino, onde se encontram espécies como a pintada, moréia-rabo-amarelo, moréia-verde e moréia-de-mangue, esta última tem como habitat natural os mangues e rios costeiros.
Manter estas espécies em aquário é muito simples. As moréias são muito resistentes e não requerem sistemas sofisticados de oxigenação e filtragem. Dependendo da espécie, podem até ser dóceis com seus criadores, aceitando o alimento de suas mãos. Sua alimentação também não exige trabalho. Elas se alimentam de pequenos peixes e camarão. Por ser carnívora e predadora, não é aconselhável manter outros peixes no aquário, nem outras moréias.
O aquário adequado para estes peixes deverá ter mais do que 50 cm de comprimento, pois, apesar de serem comercializadas com quase meio metro, dependendo da espécie, uma moréia pode chegar a medir 80 cm de comprimento em cativeiro e até 3 metros em ambiente natural. A decoração do aquário deverá ser composta por muitas rochas, cascalhos finos e corais, formando esconderijos para que possam se enterrar e se esconder. É importante ter o cuidado de manter o aquário bem tampado, porque, se deixar uma fresta mínima, ela escapa e morre.

Origem: Espécie encontrada em todo o Mediterrâneo e nas costas subtropicais do Atlântico.

Ambiente: Vive nas cavidades e fissuras dos recifes.
Temperatura entre 18 e 21 ºC,
pH mais de 8, densidade ao redor de 1025, pouca iluminação, fundo com muitos esconderijos.

Comportamento: Normalmente de hábitos noturnos, pode ser acostumada a se alimentar de dia.
Recomenda-se manter exemplares isolados.
Alimentação: Carnívora, devora peixes e moluscos sem conchas, como o polvo por exemplo.